sábado, 30 de julho de 2011

Esturjão

Esturjão é o nome comum usado para designar as espécies de peixes da família Acipenseridae, incluindo os gêneros Acipenser, Huso, Scaphirhynchus e Pseudoscaphirhynchus. O termo inclui mais de 20 espécies que são comumente conhecidas como esturjões e várias espécies aparentadas que possuem nomes comuns distintos, sendo as mais notáveis sterlet, kaluga e beluga. Coletivamente, a família é também conhecida como Esturjões Verdadeiros. O termo esturjão é algumas vezes utilizado mais exclusivamente para designar espécies dos dois gêneros mais conhecidos: Acipenser e Huso. Os esturjões compõem uma das mais antigas famílias de peixes ósseos existentes, e são nativos de rios, lagos e costas litorâneas subtropicais, temperadas e subárticas da Eurásia e da América do Norte. Eles têm uma aparência distinta, com os seus corpos alongados, ausência de escamas, e às vezes grande porte: esturjões de comprimento entre 2 e 3,5 metros são comuns, e algumas espécies chegam a 5,5 metros. A maioria deles consiste de bentos anádromos, que sobem rios para se reproduzir e se alimentam em deltas e estuários. Alguns deles são exclusivamente de água doce, e, dentre os que vivem no mar, são pouquíssimas as espécies que se distanciam das áreas costeiras. Várias espécies de esturjão são pescadas para a extração da sua ova, da qual se faz o caviar – um produto de luxo que faz do esturjão o peixe comerciamente mais valioso. Devido ao seu crescimento vagaroso e ao longo período necessário para alcançar a maturidade, os esturjões são particularmente vulneráveis à pesca excessiva e a outras ameaças, incluindo a poluição e a fragmentação de habitats. A maioria das espécies de esturjão é atualmente considerada vulnerável, em perigo ou em perigo crítico.

Dica de Material para pesca do Esturjão

Carretilhas que comportem 300m de linha multifilamento 100 lb para pesca embarcada e 50 a 65 lb para a pesca desembarcada, deve ser mais fina por causa da pressão de água , podendo usar um peso mais leve. Varas de 6´para embarcada e de 10´para desembarcada. Líder de dacron 100 lb, anzol de 7/0 a 9/0. Como iscas ovas de salmão ou minhocas.

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Salvem o Esturjão

Pescando Esturjão

Você sabe a origem do caviar ?

O caviar é um alimento e iguaria de luxo, consistindo em ovas de esturjão não-fertilizadas salgadas,sem qualquer outro tipo de aditivo, corante ou preservante. As ovas podem ser "frescas" (não-pasteurizadas) ou pasteurizadas, tendo estas muito menor valor gastronómico e monetário.

Tradicionalmente a designação "caviar" é apenas utilizada para as ovas provenientes das espécies selvagens de esturjão, principalmente as do Mar Cáspio e seus afluentes, em regra oriundas da Rússia ou do Irão (caviar Beluga, Ossetra e Sevruga). Estas ovas, consoante a sua qualidade (sabor, tamanho, consistência e cor), atingem presentemente (Fevereiro de 2010) preços entre os 6.000€ e os 12.000€ o quilo no mercado europeu ocidental, estando associadas a ambientes gourmet e de alta cozinha (haute cuisine).

A designação "caviar" pode igualmente ser utilizada para ovas de outras espécies de esturjão selvagem ou para ovas de esturjões criados em aquacultura (das espécies do Cáspio ou outras).

Caviar do Afeganistão


Link de Videos
Caviar Russo
Caviar de Israel

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Mergulho na Ponte Rio Niterói

Bom galera, venho aqui falar de outra modalidade de mergulho que também é muito interessante e desconhecida por muitos. Falaremos sobre o mergulho profissional.

Neste fim de ano iremos falar sobre o mergulho para fins profissionais. Neste primeiro post, temos um exemplo de mergulho para manutenção de estruturas de concreto. Mais precisamente, estamos falando sobre a estrutura da ponte Rio-Niterói. Temos um vídeo que nos dá a noção de como é feito o mergulho e equipamentos que não fazem parte do cotidiano do mergulhador para caça e nem o autônomo(posso estar errado, caso sim corrijam. deixe seu comentário).







Sem fugir do assunto, também nos dá a noção de que o valor que pagamos no pedágio, é bem utilizado. Seja para a conservação da estrutura, ou com relação ao resgate e apoio operacional prestado pela concessionária. Caso necessite, pode contar que logo estarão lá para lhe ajudar direta ou indiretamente.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Descobrindo Arraial do Cabo - ParteII

A História do Paraíso

A formação do cabo foi há cerca de um milhão de anos os ventos, as correntes marítimas e as marés começaram a depositar sedimentos entre três antigas ilhas - atualmente conhecidas como morro do Mirante, do Forno e Pontal do Atalaia -, incorporando-as ao continente e formando, assim, o cabo onde se situa a cidade.

Os primeiros habitantes eram nômades e chegaram à região há cerca de cinco mil anos. Viviam em pequenos grupos no alto dos morros e desciam apenas para buscar alimentos, basicamente peixes e moluscos.

Os tamoios eram, na época da chegada dos portugueses, os habitantes mais comuns da região, embora existissem, também, tribos de outras vertentes tupinambás.

Essas tribos consumiam, basicamente, peixes e crustáceos, e complementavam a dieta com o consumo da mandioca e com os animais da caça. A produção de cerâmica se destacava nessas tribos, que também marcaram participação nos conflitos que viriam a ocorrer entre portugueses e corsários, principalmente franceses.

A região foi descoberta por Américo Vespúcio após decidir se separar do resto da frota da segunda expedição à costa brasileira, chegando à praia atualmente conhecida como "Praia do Forno" e ancorando, logo em seguida, na Praia da Rama (atual "Praia dos Anjos"). Ao lugar, deu-se o nome de Cabo Frio, devido a fatores que, de certa forma, fascinaram os navegantes.

Américo Vespúcio decidiu, então, construir um forte no local (cujas ruínas permanecem no local, acessível por trilha entre a Praia do Forno e a Prainha), onde ele deixou 24 homens com armas e mantimentos.

Posteriormente, foi construída feitoria em local próximo. Mas o local exato ainda não foi definido. Para alguns, ela está localizada no próprio Arraial do Cabo, para outros, em Cabo Frio. Mas é certo que essa foi, de fato, a primeira feitoria no Brasil.

Provavelmente como conseqüência do estabelecimento dessa feitoria, começou a se desenvolver em arraial um modesto povoamento, sendo esse um dos primeiros (possivelmente o primeiro) em território brasileiro. Ainda é possível ver, na cidade, a primeira construção de alvenaria da terra recém-descoberta, a "Casa da Piedra".

Existe na cidade um marco histórico que lembra a visita de Américo Vespúcio nesta época. Composto de um obelisco, um poço, existente desde então e uma placa resumindo parte da história local.

História Recente

Durante séculos, a cidade seguiu sua vocação natural como vila de pescadores. E foi na primeira metade do século XX, em 1943, com a implantação da Companhia Nacional de Álcalis, que a economia local foi impulsionada. A fábrica produzia barrilha, matéria-prima para fabricação de vidros. A oferta de emprego aumentou. Mão-de-obra qualificada da unidade da Álcalis no Rio Grande do Norte foi trazida para a cidade e as ofertas de empregos acabaram trazendo trabalhadores de outras regiões. Isso contribuiu para a consolidação e para o crescimento da cidade.

Durante anos, Arraial do Cabo pertenceu a Cabo Frio, sendo seu principal distrito. Em 13 de maio de 1985, a cidade teve sua emancipação assinada por Leonel de Moura Brizola, governador do Estado do Rio de Janeiro na época. No dia 15 de novembro de 1985, foi eleito o primeiro prefeito Hermes Barcellos, que assumiria a prefeitura no dia 1º de janeiro de 1986. Hoje, o município de Arraial do Cabo possui dois Distritos: Monte Alto e Figueira.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Descobrindo Arraial do Cabo - Parte I



Já que estamos falando sobre Arraial do Cabo, a equipe "S nas muie" convida você a conhecer um pouco sobre os encantos desta cidade. Inicia-se aqui a série de matérias sobre esta linda cidade. O nosso intuito é que você conheça a cidade antes de explorar os pontos de pesca. Venha com agente nessa Viagem !!!



Um presente dos Deuses


Arraial do Cabo é uma cidade brasileira, do estado do Rio de Janeiro, situada na Região dos Lagos, a 140 km do Rio de Janeiro (RJ) é um paraíso do atlântico cercado por praias que encantam moradores e turistas que visitam o lugar. O município reúne algumas das mais belas paisagens do litoral brasileiro, como dunas, restingas, lagoas, praias e costões. Seu clima é quente e úmido, com temperatura média de 25 graus no verão e entre 17 e 23 no inverno.

A cidade é costeira, e tem uma altitude média de apenas oito metros. Fundado em 1985, após a emancipação de Cabo Frio. O município possui 26.636 habitantes, segundo dados de 2008 do IBGE.

Paraíso para os mergulhadores, que encontram os melhores pontos do país para praticar o esporte. Além das águas transparentes, Arraial do Cabo abriga uma diversificada vida marinha - são tartarugas, meros, lulas, lagostas, arraias e até golfinhos que vivem em harmonia nas ilhas do Farol e dos Porcos, nos sacos do Cherne e do Cordeiro, na praia do Forno, na Ponta d'Água e na Gruta Azul.

Os passeios de barco, imperdíveis e que apresentam paisagens encantadoras e com direito a parada na praia do Farol, uma das mais bonitas do Brasil, também têm valor acessível. Sem contar que, assistir ao pôr-do-sol no Pontal do Atalaia, um dos programas obrigatórios, é de graça!




Entrada da Cidade


Prainha


Fonte: Prefeitura de Arraial do Cabo

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Entendendo o RESEXMAR - Arraial do Cabo


Região:
Sudeste


Estado:
Rio de Janeiro


Município:
Arraial do Cabo


Bioma:
Floresta Atlântica e Ecossistemas Costeiros


Área:
1.175 ha


Criação:
Decreto s/n.°98.897 (03/01/1997)


Unidade de Uso Sustentável


Localizada no município de Arraial do Cabo, na chamada Região do Lagos no Estado do Rio de Janeiro, caracterizada por um cinturão pesqueiro entre a praia de Massambaba, na localidade da Pernambuca e a praia do Pontal, na divisa com Cabo Frio, incluindo a faixa de 3 milhas da costa de Arraial do Cabo, definindo uma área de 56.769 ha de lâmina d’água.


No entorno da Reserva encontramos vegetação fixadora de dunas, raros exemplares de vegetação de restinga e formações vegetais associadas à Floresta Atlântica que recobrem os costões
rochosos, abrigando espécies em extinção como a quixabeira e o barbasco, e espécies endêmicas como
o cacto da cabeça branca, a orquídea Catylea sp., além de vários tipos de bromélias.



Entre as espécies de destaque capturadas nos costões e enseadas de Arraial do Cabo podemos citar, a tainha (Mugilliza), a Cavala (Scomberomus cavalla), o Bonito (Euthynnus alletteratus), o Xaréu (Caranx chrysus), a Serra (Sarda sarda), a Sardinha verdadeira (Sardinella brasiliensis) e ainda o Mero, o Namorado, o Linguado e várias espécies de cações e arraias, polvos, mexilhões, ostras e muitos outros. Nos costões e grutas submarinas de Arraial do Cabo são encontrados diversas espécies de Budião (Scarus sp.), Moréias,
Baiacús, Peixe lua, Frades, Tricolores, circulando entre corais e jardins de Gorgônias.


Seu clima é Tropical úmido com temperatura média de 23°C; e seus solos de areias quartizozas com
formações de dunas e restingas.



Fonte: Ibama




Por causa da criação desta reserva quase não existem pontos que podem ser utilizados para prática da pesca Sub. Dizem que existe uma taxa que pode ser paga na prefeitura de Arraial do Cabo que permitirá a pratica de pesca na reserva por pessoas que não são pescadores do município, porém não pude confirmar esta informação.




Fica a pergunta no ar. Será que os pescadores que tem a carteirinha de pesca amadora não deveriam ter o direito de pescar na reserva? Já que o pescador credenciado conhece as leis do IBAMA e esta sujeito as penalidades legais.



Mapas

Mapa da Área abrangência da Reserva

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Pescaria do Quebra-Mar

Salve galera. Mais um post tratando de uma de nossas pescarias. Desta vez fomos ao point do Quebra-Mar no dia 20/11/09, ou seja, no feriado da Consciência Negra.

Chegamos por volta de umas 8:30, manhã nublada. Encontramos logo nossos amigos Sant´anna e Caiê, também um conhecido nosso lá do centro que costumamos encontrar na Loja do Renato(Rua do Ouvidor) e na famosa Banca do André, o Rodolfo.

Chegamos preparamos o material que não era muito apropriado para o local pois haviam muitas pedras e como os pescadores que já conheciam o local estavam jogando para pegar robalo, nosso chicote com chumbada número 2, não serviu muito. Deste jeito, tivemos que apelar para o Sant´anna para que nos emprestasse alguns apetrechos para nos divertir.

Em resumo o lugar é muito bom. Tivemos uma boa diversão MESMO COM O MATERIAL ERRADO, pois consegui tirar um galhudo e o Daniel Tartaruga uma cocoroca que veremos nas fotos. Já os mais experientes tiraram alguns robalos, pescando com isca viva(camarão).

*Dica para a galera do mergulho. Vimos até dois amigos entrando na água para tentar pegar uns peixes, mas como o local trata-se de um canal, os bombeiros que tomam conta dos banhistas nos recomendaram a NÃO mergulhar por lá. Pois tem um grande fluxo de barcos, lanchas e jets-ski. Sendo assim, um grande perigo para os mergulhadores e caçadores sub.

Seguem algumas fotos:







terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Review - Faca de Mergulho - Tramontina Ocean

Review


Faca de Mergulho - Tramontina Ocean

Salve Pessoal, seguindo na linha dos reviews, que começou com o post do Padrinho sobre Molinetes x Carretilhas. Venho apresentar uma de minhas aquisições, é a faca da Tramontina Ocean Mergulho(ref: FACA TRAMONTINA OCEAN MERGULHO (26063/156) - 3724).




Como não gosto nem um pouco de cutelaria e afins achei super conveniente fazer minha primeira análise sobre uma faca. Trata-se de uma faca de qualidade muito boa, com bainha feita de material plástico(borracha termoplástica) bem leve. As presilhas (tiras de borracha) são de um material também muito bom. Este quesito é muito importante pois durante um mergulho em arraial do cabo, tive a infelicidade de quase perder uma outra faca, por causa da sua fixação. Creio que por descuido e desconhecimento, não efetuei a limpeza da borracha da tira e durante o mergulho o mesmo veio a arrebentar. Por isso ao adquirir a Ocean, levei em conta este quesito. É muito resistente mesmo. A tira conta com fivela de metal, o que para alguns pode ser um material ruim, pois algumas possuem uma espécie de Clip plástico para um engate rápido, uma vez que regulado o diâmetro é só chegar e fixar a faca no corpo.




A bainha conta com um sistema de encaixe da faca muito bom. Para prender a faca ou sacar, temos apenas que afastar uma espécie de lingueta de borracha. A lingueta é bastante resistente e caso a faca não esteja bem encaixada fechar a faca na bainha fica bem complicado. Mas a faca mesmo sem prender na borracha superior fica bem presa.

Nossa grande amiga possui no cabo uma parte metálica que aparenta ser um quebrador de coral. Função disso não tenho idéia de quando precisarei quebrar um coral, mas fica o aviso. Na parte posterior da lâmina ela tem um item muito interessante, que é um cortador de cordas. Muito necessário quanto depararmos com uma rede ou bóia de pesca predatória.


O aço na lâmina nos informa que é de cromo-molibidênio. Fato é que, creio eu, que após todas as caidas na água, temos que lavar bém nossa faca para que nos outros dias não fique pontos de ferrugem, pois temos algumas partes estriadas como se fosse uma "serra". Se deixar enferrujar vai ser um grande problema limpar esta parte.



Creio que tenha dado uma boa noção sobre está bela e funcional faca de mergulho.

Um abraço a todos. E até a próxima e não esqueça de deixar os seus comentários.

PodCast 001 - O ínicio

Fala galera. Finalmente conseguimos terminar a edição de nosso PodCast.


Nosso primeiro "SCast", traz a história de como começou a equipe (a escolha do nome), nossa motivação, apresentação de alguns integrantes da equipe. Também sobre alguns points de pesca de vara.


Confiram e deixem seu comentário.





Ouça diretamente no nosso site no aplicativo abaixo




Link para download

sábado, 5 de dezembro de 2009

Carretilhas x Molinetes

Escolha entre um e outro vai depender do equilíbrio entre as vantagens e as desvantagens apresentadas

EQUIPAMENTO - Carretilha facilita controle de iscas e arremessos mais longos e precisos
(Texto: www.pesca.com.br | Fotos: Divulgação)
Pescar é uma grande emoção e disso ninguém duvida. Mas você, que é marinheiro de primeira viagem, sabe qual é o melhor equipamento para uma boa pescaria? Você é adepto do molinete ou da carretilha?
A carretilha é considerada melhor que o molinete nos trabalhos com vara e isca, mas seu manejo exige experiência. Depois da prática, as vantagens da carretilha são arremessos mais longos e precisos, maior controle das iscas e maior força de tração no momento da briga com o peixe. Por outro lado, as carretilhas formam cabeleiras (para os iniciantes), são mais difíceis para arremessos com iscas leves e pior ainda quando forem contra o vento.


• Lançamento: são equipamentos fisicamente pequenos, utilizados para pesca de arremesso. São mais completos em recursos para o pescador, oferecem muito controle e precisão nos arremessos, possuem maior capacidade de tração, não torcem a linha, são mais leves, estéticos e práticos.
• Trolling: são carretilhas de grande porte com super capacidade de armazenamento de linha, são pesadas e dispõem de muito poucos recursos (porém precisos), não servem para arremesso e possuem uma capacidade de tração extremamente alta.
• Fly: são instrumentos utilizados somente nesta modalidade, servindo somente como depósito de linha, auxiliando muito pouco no exercício da pesca. Os recursos são precários..

assificação das carretilhas
Tipo: Leve
Linhas: linhas de 0.14 a 0.20 mm (3/6 lb)

Tipo: Média
Linhas: linhas de 0.23 a 0.37 mm (8/20 lb)

Tipo: Pesada
Linhas: linhas de 0.40 a 0.62 mm (25/48 lb)

Tipo: Extra-pesada (usada em pesca oceânica)
Linhas: acima de 0.62 mm (48 lb)


Componentes da carretilha
Freios mecânicos ou magnéticos:
As carretilhas são dotadas de freios mecânicos ou magnéticos, que têm por finalidade evitar a formação de cabeleira. Para uma boa regulagem do freio, deve-se segurar a vara na horizontal, liberar gradativamente o freio, com a carretilha destravada, até que a isca artificial ou o conjunto, chumbo e isca natural, desça lentamente. Este é o ponto ideal de arremesso.

Gear ratio
A expressão em inglês gear ratio indica a relação de recolhimento. Exemplo: Gear 5:1 – indica que, para cada volta da manivela, são 5 voltas no carretel. Esta relação é muito importante, quando se pesca com iscas artificiais.

Rolamentos
A expressão em inglês ball bearing indica ser uma carretilha com rolamentos. Quanto mais rolamentos, melhor a carretilha.


Dicas:
Colocando a linha
A colocação da linha em uma carretilha deve ser feita com o carretel colocado frontalmente, de forma que gire enquanto estiver abastecendo a carretilha. Desta maneira, evitam-se torções na linha. Tome cuidado para não enchê-lo demais ou de menos, respeitando um espaço de 1,5 m até a borda do carretel. Coloque linha, de preferência, conforme as especificações da linha utilizada. Nunca utilize uma linha fora da especificação da sua carretilha.

Regulando o freio
Para fazer o arremesso com carretilhas, com o equipamento já montado, execute a regulagem de freio. Isto é feito usando o botão de sintonia fina, de maneira que, ao balançar a vara, a linha com a isca ou o peso desça suavemente.

Regulando a fricção
Tanto para molinetes, carretilhas ou spincasts, o sistema de fricção normalmente é o mesmo. Um dispositivo de regulagem do carretel permite liberar as linhas com a pressão desejada. Isso é útil para evitar excessos tanto de resistência como de liberdade para os peixes. Com a linha mais solta, os peixes têm facilidade de levar muita linha e enroscá-la, ou tomar muita linha de seu carretel. Ainda, se estiver muito fechada, pode romper logo nas primeiras corridas. Essa pressão precisa variar de acordo com a linha e a modalidade de pescaria que você estiver fazendo.

Arremessando com sua carretilha
Para executar o arremesso, você deve liberar o carretel acionando o botão do lado direito, ou o auto cast, quando a carretilha for dotada deste recurso. Use o polegar para manter o carretel preso. Ao arremessar, alivie a pressão do polegar, permitindo que o carretel gire e libere a linha, continuando o movimento. Importante: no momento em que a isca toca na água ou chega ao alvo desejado, exerça pressão novamente com o polegar, não permitindo que o carretel continue girando, evitando, desta forma, as famosas “cabeleiras”.

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